Dra. Mariana Lopes
Cirurgiã Plástica · Cirurgia Pós-Bariátrica

A paciente não começa na consulta. Começa no sonho.
A paciente de cirurgia pós-bariátrica não acorda um dia e decide fazer uma cirurgia. Ela passa meses — às vezes anos — no pós-operatório da bariátrica, vendo o corpo mudar, processando uma transformação que é ao mesmo tempo libertadora e incompleta. Ela sabe que falta o capítulo final. E enquanto espera para poder realizá-lo, ela está no Instagram.
Ela segue. Ela salva posts. Ela manda mensagem de áudio pra amigas. Ela constrói confiança antes de ter orçamento, antes de ter data, antes de marcar consulta. Quando finalmente chega ao consultório, ela já sabe quem é a cirurgiã. Mariana Lopes entendeu isso antes de construir a marca — e construiu a marca para essa jornada.
Uma marca que conversa com quem ainda está no sonho.
A borboleta não é ornamento. É o símbolo que essa paciente reconhece instintivamente — ela mesma viveu uma metamorfose, perdeu peso, reconstruiu o corpo, mudou a relação com o espelho. A borboleta fala com ela sem precisar explicar nada.
Todo o sistema visual foi pensado para funcionar dentro do Instagram antes de funcionar em qualquer outro lugar. Paleta que não some no feed. Tipografia que transmite elegância sem frieza. Templates que criam ritmo visual sem padronizar demais. Uma identidade que a paciente acompanha durante meses e que, quando ela finalmente agenda a consulta, já é velha conhecida.
Nutrir antes de converter
A paciente de pós-bariátrica tem um ciclo longo de decisão. A marca precisava criar presença e vínculo no Instagram muito antes de qualquer intenção de compra — para que Mariana estivesse na cabeça dela quando a hora chegasse.
A primeira cirurgia não pode ser a última
Uma paciente de reconstrução corporal raramente faz só uma intervenção. Mama, braço, abdome, coxa — são etapas de uma jornada. A marca precisava criar o tipo de confiança que faz a paciente voltar: não porque não tem opção, mas porque não quer ir em outro lugar.
A experiência que vai pra casa
Os primeiros dias de pós-operatório são intensos. A bag com a cinta de compressão chegou como um gesto de cuidado no momento mais vulnerável — uma marca que cuida da paciente quando ela está em casa, esperando o resultado aparecer.
O resultado
Mariana não ganhou só uma identidade visual. Ganhou uma máquina de vínculo.
O Instagram passou a funcionar como canal de nutrição de longo prazo — captando seguidoras que ainda estão na fase do sonho e acompanhando essa jornada até a consulta, a cirurgia e, muitas vezes, a segunda e a terceira. Pacientes que chegam já confiantes. Que indicam. Que voltam.
A bag de cinta de compressão, especificamente, virou o detalhe que as pacientes contam antes de contar o resultado da cirurgia. Em grupos de pós-operatório, em conversas com amigas, ela aparece como sinal de que foram bem cuidadas. É marketing afetivo — e funciona porque é genuíno.
“Ficou exatamente o que eu queria — uma marca que mostra quem eu sou antes de eu precisar falar.”Dra. Mariana Lopes · Cirurgiã Plástica